A expansão do BI: os benefícios da Inteligência de ponta a ponta

Cerca de 60% das empresas utilizam o BI apenas para subsidiar a parte gerencial do negócio, deixando de lado outros setores que podem ser beneficiados com a tecnologia.

É fato que o mercado contemporâneo está cada vez mais competitivo e exigente. Hoje em dia fazer bem já não é mais suficiente, sendo necessário ser o melhor naquilo que se faz. Dentro desse cenário, ferramentas de BI tornam-se vitais para as organizações que buscam inovar e se destacar, proporcionando vantagem competitiva ao trazer a informação certa, ao lugar certo e na hora certa. Porém, o que se percebe atualmente é que a ferramenta, apesar de suas potencialidades estratégicas, ainda é bastante subutilizada.

Atualmente, cerca de 60% das empresas utilizam BI apenas para subsidiar a parte gerencial do negócio, deixando de lado outros setores que poderiam ser extremamente beneficiados com a tecnologia, como a linha de frente, os fornecedores, e até mesmo os próprios clientes. Este conceito, denominado BI Pervasivo, pode até soar como novidade para alguns, mas já funciona a pleno vapor em outras partes do mundo, como nos EUA, França e Canadá.

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Pai, eu quero um BI de presente!

Embora o título desse texto pareça tão improvável quando aquele menino da propaganda que pede para sua mãe que lhe compre brócolis e faz birra para ser atendido, ele indica uma tendência natural de popularização das soluções de Business Intelligence.

Segundo um estudo recentemente divulgado pela IDC, há uma expectativa de crescimento do mercado de BI em torno de 12% para a América Latina e de 14% para o Brasil.

Em nosso país, esse crescimento será em grande parte alavancado pelas demandas de pequenas e médias empresas, as quais buscam soluções simples, flexíveis e confiáveis para sustentar seus processos de tomada de decisões, auxiliando-as a entender melhor a dinâmica do mercado em que estão inseridas e a controlar os seus indicadores de desempenho.

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Web é meio de propaganda para 60% das pequenas empresas

Cerca de 60% das pequenas e médias empresas latino-americanas que administram um site próprio se servem das possibilidades oferecidas pela internet para fazer propaganda de seu trabalho empresarial, segundo revelou um relatório encomendado pelo Google e apresentado neste sábado (22) em Bogotá.

Das 3.600 pequenas e médias empresas de países como Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e México (que foram entrevistadas pela empresa de consultoria Pyramid Research para o Google), 86% contam com um site, o que permitiu identificar o grau de vinculação destas empresas com a internet.

As pequenas e médias empresas da região sem site, que correspondem a 14% das consultadas, confirmaram que utilizam alguma forma a publicidade on-line ou que têm a intenção de fazê-lo nos próximos meses.

Dentre os tipos de publicidade às quais pequenas e médias empresas recorrem estão os anúncios contextuais e em buscadores (como Google ou AdWords); os gráficos (como banners); e anúncios multimídia.

Por outro lado, o "Estudo de tendências de uso de internet nas pequenas e médias empresas da América Latina" ressaltou que apenas 18% dos sites de pequenas e médias empresas permite, atualmente, as transações on-line.

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Prioridades tecnológicas

Médias empresas sem na frente na hora de aprimorar suas estruturas e adotar novas tecnologias, como deduplicação e computação em nuvem

Engana-se quem pensa que as estruturas de TI mais modernas estão nas grandes corporações. Estudo divulgado pela Symantec fornecedora mundial de soluções de segurança, armazenamento e gerenciamento de sistemas – mostra que as empresas de médio porte são as mais propensas a adotar novas tecnologias de segurança para data centers. Em três edições do relatório State of Data Center, é a primeira vez que esta tendência se manifesta. “As médias empresas têm mais recursos para investimentos do que as pequenas e são mais ágeis em relação às grandes, que demoram mais tempo para avaliar uma solução. Essa flexibilidade faz com que adotem novas tecnologias mais rapidamente”, explica André Carraretto, gerente de Engenharia de Sistemas da Symantec.

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XIV Conferência Anual Futuro da TI

Integração com o planejamento, o futuro da TI

Segundo Donald Feinberg, vice-presidente analista sênior do Gartner, BI encabeça a lista de prioridades dos CIOs latino-americanos pelo quinto ano consecutivo.

O Gartner promoveu,em setembro, a XIV Conferência Anual Futuro da TI, com o objetivo de debater o estágio atual e a direção futura da TI na AméricaLatina. Com o tema "A justificativa econômica da TI", o evento contou com 36 apresentações de analistas do instituto sobre assuntos como business intelligence, data center, gerenciamento de TI e segurança. Donald Feinberg, vice-presidente analista sênior do Gartner e chairman do evento, revelou que os gastos com TI na região devem atingirUS$ 293 bilhões até 2013, o que inclui software, hardware, telecomunicações e serviços. "O número eleva a região ao posto de 'segundo maior mercado emergente em Tecnologia da Informação nos próximos quatro anos, ficando atrás apenas da Ásia", disse o executivo.

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O BI da Coca-Cola

Demonstrando a tendência de utilização de BI, uma das palestras mais aguardadas do evento (XIV Conferência Anual Futuro da TI) foi a de Justin Honaman, diretor da divisão Customer Business Solutions (CBS) da CocaCola, que apresentou o painel 'Viabilizando a gestão do cliente por meio de Business Intelligence' para mostrar como o BI ajudou a companhia a otimizar processos e melhorar a produtividade.

O objetivo da empresa ao adotar a solução (o projeto teve início em 2003, nos EUA, com a adoção do BI da MicroStrategy e de data warehouse da Teradata) era consolidar as informações de vendas, para que fossem gerados relatórios estratégicos de cada cliente. Segundo ele, 72 engarrafadores (canais de venda) no País atendem às demandas dos varejistas utilizando uma solução única com O data warehouse centralizado. "Antes, cada um possuía e gerenciava suas próprias informações analíticas, o que dificutava a análise de desempenho", disse.

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Rumo ao sucesso

Passos que levam a um projeto de BI bem sucedido:
  • Documentação de todas as etapas, desde o embasamento até a proposta;
  • Definição de objetivos e do escopo do projeto;
  • Mapeamento do histórico corporativo;
  • Definição de requerimentos;
  • Coleta de casos de sucesso;
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